Era uma vez um ganso de ouro que pertencia a um duende mágico.
O duende levava o ganso num saco para dar a uma pessoa bondosa.
Apareceu o João Trapalhão e partilhou a comida, pão e cerveja, com o duende.
O duende satisfeito porque o João partilhou a comida fez-lhe uma surpresa. Com magia, pôs o ganso numa velha árvore que foi cortada pelo rapaz.
O João foi para a cidade com o ganso e três meninas convidaram-no a entrar em casa delas para lhe darem comida e dormida. Queriam aproveitar para lhe roubar o ganso.
Depois de comer adormeceu. As meninas ficaram com o ganso e para enganarem o João deram-lhe uma almofada.
Na manhã seguinte, O João acordou e viu o ganso colado ás meninas. Tentou afastá-las e não conseguiu. As pessoas que tocassem nas meninas ficavam coladas.
Foram todos à farmácia buscar remédio para se soltarem. O remédio não fez efeito.
Os guardas chamaram o João para ir ao castelo fazer a princesa rir-se.. A princesa tinha uma doença: não sorria e estava sempre triste.
A princesa começou a rir-se quando os viu a dançarem.
Os pais da princesa choraram de felicidade quando a princesa se riu.
O ganso dourado voltou ao saco do duende e as pessoas começaram a descolarem-se.
A princesa e o João casaram-se.
2.º Ano da Daniela Marto
O Ganso Dourado
29 novembro 2009Publicada por Crescer Sem Limites à(s) 21:09 0 comentários
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O Ganso Dourado
Era uma vez um lenhador que andava a cortar árvores. Ele era muito bom e gostava de partilhar as coisas dele.. Mas, um dia, encontrou um anão e partilhou com ele o pão e o vinho.
O anão disse-lhe para ele ir cortar uma árvore muito velha e lá dentro estava um ganso de ouro.
O rapaz foi para a cidade e as pessoas ficaram surpreendidas com o ganso. Umas meninas convidaram-no para ir dormir à pousada delas. Deram-lhe comida e ele adormeceu. Elas foram roubar o ganso e ficaram coladas às suas asas.
Pelo caminho, outras pessoas ficavam também coladas ao ganso.
Tentaram encontrar um remédio para se separarem. Não encontraram nenhum.
Os guardas do castelo mandaram o rapaz ir à presença do ri. Eles queriam que a princesa risse.
O rapaz conseguiu curar a princesa.
O ganso depois de ter feito rir a princesa soltou-se das mãos da menina, libertando todos o que estavam colados. Ele foi para junto do gnomo e fugiram da cidade.
Casaram-se e foram felizes para sempre.
2.º ano da turma da professora Ana Lúcia
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O Ganso Dourado
Era uma vez uma família de camponeses que tinha três filhos. O irmão mais velho era muito querido pelos pais que diziam que ele era forte para trabalhar. O irmão do meio também era querido pelos pais. No entanto, os dois eram muito egoístas.
O irmão mais novo era diferente. Era meigo, carinhoso mas… tinha um defeito, era muito trapalhão e, por isso, era conhecido por João Trapalhão.
Certo dia, os pais mandaram o mais velho ir à floresta buscar lenha para se aquecerem no Inverno. Na floresta, havia um anão que era mágico e que tinha muita fome e perguntou:
- Podes dar-me um bocadinho de comida?
- Não. A minha mãe fez este almoço só para mim.
Depois de dizer isto o rapaz deu um empurrão ao anão que fez a magia de ele não poder cortar a árvore.
Ao cortar a árvore o machado partiu-se. O rapaz foi para casa triste e os pais mandaram o 2º filho fazer o trabalho.
De novo apareceu o anão que lhe fez o mesmo pedido e ele recusou-se a partilhar. Foi castigado pelo anão.
Foi a vez do João Trapalhão ir à floresta fazer o trabalho.
O anão fez o mesmo pedido e o João disse que sim. Sentou-se e partilharam a comida. No final da refeição o anão prometeu-lhe um presente que estava na árvore que ia cortar.
Quando cortou a árvore ficou com o ganso que estava no centro. Foi passear para a cidade e todas as pessoas invejavam o ganso dourado.
Três irmãs, que queriam roubar o ganso, ficaram coladas a ele. Outros também foram ficando colados ao ganso.
Passaram pelo palácio onde a princesa sofria de tristeza e não se ria. Ao ver todos começou a rir.
A princesa apaixonou-se pelo João e casaram-se. Foram muito felizes com a ajuda do anão.
Turma 3.º 1ª da Professora Patrícia
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"O Nabo Gigante" de António Mota
07 fevereiro 2008Era uma vez um casal de velhotes que tinham uma horta.
Certo dia, na horta, semearam sementes de nabos. Um deles, cresceu mais do que os outros. Tornou-se gigante.
Para retirar o gigantesco nabo foi preciso: o velho, a velha, a menina, o rapaz, o cão, o gato e o rato.
Todos puxaram e o nabo soltou-se!
A velha, com o nabo, fez uma deliciosa sopa. Todos foram convidados a comê-la.
Reconto colectivo dos alunos do 2.º Ano da professora Rita
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"A Galinha Medrosa" de António Mota
Os alunos do 2.º Ano de Escolaridade, da professora Rita, cumprindo as orientações do Plano Nacional de Leitura estão a ler os contos Tradicionais de António Mota:

Este livro,com seis histórias contadas e recontadas através dos tempos, em locais diversos, e num tempo em que a amizade e a imaginação se aqueciam ao calor das lareiras acesas ou dos borralhos. Seis histórias tradicionais recontadas por António Mota, para os nossos dias apressados. Um convite à perpetuação da alegria de reinventar manhas, trapaças e espertezas...
Depois da leitura, eis o reconto dos alunos:
Era uma vez uma galinha muito medrosa, ela tinha medo da sua própria sombra.
Certo dia, caiu-lhe na cabeça um pouco de cal. Ela pensou que o céu estava a cair. Fugiu!
Atrás dela fugiram: o galo, o pato, a cabra, o porco, a raposa e o galo. O cão não acreditou na história.
Esconderam-se debaixo da cama da velha para verem se algo acontecia. Mas nada aconteceu.
Foi o medo da galinha que enganou a todos.
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Matilde - "Vai-te embora ó medo!"
26 outubro 2007Os alunos da turma do 1.º Ano de Escolaridade da professora Patrícia, depois de ouvirem a história falaram-nos e desenharam tudo o que tinha medo.
A Bruna tem medo de montanhas e de que a assustem.
A Débora tem medo de osgas e de gafanhotos.
O nosso David tem medo de dragões e de lobos.
Mas de abelhas e de crocodilos tem medo a nossa Camila.
O Diogo tem medo de bruxas e de dinossauros.
O Diogo Louro detesta aranhas e dinossauros.
Tenho medo de abelhas e de fantasmas!
Como a Patrícia tem medo de monstros e só monstros!
Como a Solange tem medo de crocodilos e de abelhas!
De fantasmas a aparecerem na T.V. e de mais fantasmas, tem medo a Beatriz.
O Fábio não gosta que a mãe entre no autocarro sozinha e que ele fique na paragem. Mas... ainda tem medo de monstros.
O Matheus não gosta mesmo nada de tigres e de fantasmas.
Do escuro e de fantasmas não gosta o nosso Miguel.
Os fantasmas e monstros são o horror do Marco.
A Inês não gosta de abelhas e de fantasmas!
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Rapunzel, a princesa das tranças longas
25 outubro 2007Os alunos do 1.º Ano de Escolaridade, da turma da professora Patrícia, gostaram do vídeo, baseado no conto dos irmãos Grimm, Rapunzel, a princesa das tranças longas.
Na sala de aula fizeram o reconto através das imagens:
Era uma vez, uma bruxa, uma couve e uma linda menina...
Os pais de Rapunzel eram pobres e viviam perto da bruxa malvada.
A bruxa tinha uma horta e tinha couves.
Que couves tão grandes! Bonitas!
A mulher do lavrador queria comer tão lindas couves.
O marido foi buscar couves... a bruxa viu e zangou-se.
Fica com a Rapunzel.
Mas, a bruxa malvada prende Rapunzel numa torre.
A torre era alta e não tinha portas.
Só a bruxa visitava a Rapunzel. A menina tocava harpa.
Passou ali um príncipe.
Ele viu que a menina era bonita. Gostou dela.
Começa a visitá-la.
Para subir à torre pede as tranças da menina.
Gostam um do outro e casam-se.
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A Carochinha e o João Ratão
23 outubro 2007Os alunos do 1.º Ano de Escolaridade da Turma da Professora Anabela, contam-nos assim a história que ouviram:
A Carochinha varria a cozinha e encontrou uma moeda.
Julgando-se rica, queria casar. Foi para a janela procurar marido.
Passou... o cão, o porco, o gato, a vaca e ela não aceitou casar com eles.
Eles comiam de tudo.
Passa o João Ratão e Carochinha pergunta:
- O que comes tu, rato?
- O que é bom é meu!
- A ti rato, a ti eu quero!
Combinaram o casamento.
Na igreja, Carochinha repara que não tem o leque. Pede a João Ratão que o vá buscar.
Ele vai e quando chega a casa...
- Que cheiro bom!
Vai à panela para provar e ... cai lá dentro.
Carochinha fica sem leque e sem João Ratão.
LIÇÃO : _ Quem tudo quer tudo perde.
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AINDA... "A MENINA que sorria a dormir"
08 outubro 2007A turma do 2.º Ano, da professora Ana Rita, fez em Banda Desenhada esta História.
Glória não podia dormir. Todas as noites, a mãe contava-lhe histórias. Ela, adormecia.
A mãe começou a ficar doente por não dormir.
O pai da Glória estava a viajar. Ele foi procurar emprego.
Todos, na aldeia, começaram a ajudar a mãe da Glória.
A professora, contava histórias de meninos e meninas...
A avó, sentada no cadeirão, contava histórias de adivinhas.
A mãe, contava histórias de animais.
Glória foi ao correio e recebeu um presente do pai. Levou o presente para casa.
O presente, era uma fada. O pai dizia que a fada ia ajudá-la a dormir.
Nessa noite, o tio contou, de novo, as histórias de príncipes e princesas.
Mas...
Para espanto de todos, a Glória dormiu e sonhou...
Afinal... a fada era verdadeira.
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A Menina que sorria a dormir...
07 outubro 2007
Cheia de encanto e ternura, foi o conto de Isabel Zambujal e com ilustrações de Helena Nogueira, A Menina que sorria a dormir.
Os alunos do 3.º Ano, da turma da professora Manuela, escutaram-na atentamente e fizeram o seguinte reconto:
Era uma vez, uma menina que só conseguia dormir se alguém lhe contasse uma história. Um dia, a mãe, ficou farta de tanto contar histórias, que as pessoas ofereceram-se para a ajudar.
Primeiro, foi a professora, a seguir foi a avó…
E assim, a mãe conseguia dormir!
Depois de muito tempo, todos já estavam cansados, no trabalho, até o padeiro estava também a dormir!...
Um dia, o pai enviou um presente à menina, e lá dentro, tinha uma fada e um recado. Essa fada ajudou-a a dormir, quando ela a punha debaixo da almofada.
E assim, a menina, passou a dormir descansada todas as noites.
Alunos do 3º Ano – 1ª Turma
Ana Rita Gonçalves, Eunice Borges, Bruna Mamad e
Rodrigo Brandão
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Ainda a Lenda da Capa Rica...
06 outubro 2007
Os alunos da turma do 4.º Ano da Professora Ana Lúcia escreveram e ilustraram:
A Lenda da Capa Rica
Há muitos, muitos anos…
Quando Caparica era um local ermo, apareceu uma criança muito bonita, pobremente vestida e descalça que nem sabia de onde vinha.
Um velho mendigo tomou conta da menina, que só possuía a sua capa e nada mais, o velho reparou que a capa era de boa qualidade, que ela pertencera a uma família rica.
Passados muitos anos já a menina era uma jovem, o velho estava às portas da morte, pediu-lhe para que naqueles últimos momentos lhe pusesse a capa por cima, dizendo-lhe que a capa velha era uma rica capa.
A jovem fez-lhe a vontade, e quando o velho morreu, juntou todo o seu dinheiro para lhe dar uma sepultura digna.
O tempo foi passando e a jovem envelheceu sozinha sem ninguém, apenas ela e a sua capa na velha cabana que o velho lhe deixou.
O povo, que a achava estranha, chamava-lhe de bruxa.
Repararam que ela tinha um ritual estranho de subir ao Monte e rezar a Deus e, ao terminar, pegava na sua capa e erguia-a ao céu. Ao fazer este gesto uma luz cercava-a e deixava-a toda iluminada.
Assustados com esta visão e estas atitudes da jovem, o povo tratava-a de BRUXA.
Este comportamento chegou aos ouvidos do rei que a mandou vir à sua presença acompanhada da sua capa, que todos diziam ter feitiço.
A velha explicou-se ao Rei dizendo que não tinha nada com feitiços e o que fazia era apenas rezar a Deus. Acrescentou que não passava de uma pobre velha cujos pertences eram apenas a sua velha cabana e a sua velha capa.
Comovido o rei mandou-a embora com uma bolsa de dinheiro. A velha continuou a sua vida até que um dia morreu.
Júlio Pinheiro
Turma do 4.º 1.ª- professora Lúcia
Era uma vez uma menina que gostava muito de ir à praia para ver o pôr de sol.
Um dia, um velhinho passou por lá e perguntou à menina:
- Como te chamas?
- Não sei, eu não tenho nome, mas costumam chamar-me de Miúda. – disse a rapariga.
- E onde moras? – perguntou de novo o velhinho.
- Não sei, moro na rua e nos sítios onde passo, dão-me de comer.
O Velho teve pena e perguntou:
- Queres ir morar comigo?
- Sim, desde que a tua casa seja perto do mar e do Sol.
- Eu moro naquele monte.
Todos os dias, passeavam pela praia. Aproveitavam para apanhar conquilhas para comer.
Passavam os dias e ela ia crescendo e ele envelhecendo. Um dia…
- Emprestas-me a tua capa? – pediu o velhinho – Tenho frio.
Com carinho, ela aconchegou-o e tapou-o com a velha capa.
No dia a seguir, ele não acordou. Ela, passou a viver só e passou a ser Mulher.
As pessoas começaram a tratá-la de bruxa. Ela não se importava. Todos os dias, rezava pelo velhinho, na praia e de braços erguidos ao Sol.
Um dia, chegou aos ouvidos do Rei que ela bruxa e rica. Chamou-a à sua presença e ela respondeu:
- Eu sou tão pobre que só tenho esta capa desde pequenina.
O Rei acreditou nela.
A Mulher morreu passados tempos. Por cima do seu corpo, a velha capa e um recado ao rei. Dizia assim:
-Afinal, a minha capa estava coberta de ouro. Foi o meu companheiro que o deixou. Já não preciso dele. Use-o para proveito desta gente.
Calaram-se as bocas maldosas e, a Velha, foi enterrada perto do Velhinho, junto à Igreja do Monte.
Matilde Coelho
Turma do 4.º 1.ª- professora Lúcia
Certo dia, uma menina estava sentada a ver o pôr-do-sol e, sem dar por mais nada. Atrás da menina estava um velho que lhe perguntou:
- Olha Menina, como te chamas?
- Eu não tenho nome, costumam chamar-me Miúda.
- De onde vens?
- Venho da estrada, costumo pedir esmola perto das casas.
- Já que não tens família, queres morar comigo?
- Sim. – Respondeu a menina.
O Velho levou a Miúda para sua casa. Passado algum tempo, já quase a morrer, pediu-lhe a capa emprestada para se tapar.
O velho morreu e a Miúda mudou de nome, passou a ser Mulher e continuou a ir para a praia. As pessoas começaram a tratá-la de bruxa.
Foi ouvida pela Rei onde afirmou ser apenas uma Velha desgraçada, sem nada, apenas com uma capa.
Quando, anos depois morre, manda entregar a capa ao Rei.
Ao pegar na capa, sente peso. Manda-a rasgar e foi com espanto que viram moedas de ouro caírem da velha capa.
O Rei mandou construir a Igreja, aquela que é hoje a Igreja Paroquial do Monte de Caparica.
Maria Almeida Siva
Turma do 4.º 1.ª- professora Lúcia
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