Num dia cinzento, de muito frio, em Nova York, num grande arranha-céus, vivia o João Trapalhão com a família.
Era um rapaz muito trapalhão mas bondoso que, a certa altura, encontrou uma rapariga a passear numa charrete, no Central Park.
Ao descer da charrete, tropeçou, caiu nas escadas e espetou um pico na mão e … adormeceu.
Apareceu o João Trapalhão e perguntou:
- O que se passa?
- Não faço ideia – disse o cocheiro – mas ouvi dizer que na floresta um ganso de ouro dentro de uma árvore resolve todos os problemas, mas atenção só o encontra quem for muito bondoso.
Então o João Trapalhão pôs – se a caminho da floresta e encontrou um gnomo.
- Tens comida? – Perguntou o gnomo.
- Tenho um pouco de pão seco e um pouco vinho. – Respondeu o João. Mas ao abrir o saco viu que afinal tinha pão fresco, maçãs, salsichas e uma garrafa cheia de vinho. E partilhou a magnífica refeição que tinha no saco com o gnomo.
Depois de comer, o gnomo fez uma magia para o que o João conseguisse cortar a árvore onde estava o Ganso de Ouro.
O João pegou no Ganso atou-o a uma corda e foi direito a Nova Iorque à procura da Princesa Bela. Quando lá chegou perguntou ao cocheiro:
- Onde está a princesa?
- Está no Hotel Hilton, no quarto mais alto. – Disse o cocheiro.
Chegado ao hotel, o João vai ao quarto mais alto, e coloca o Ganso em cima da princesa. O Ganso ilumina-se e a princesa Bela acorda.
Ao ver o João, lança-se nos seus braços e beija-o apaixonadamente.
Passados dez anos os dois estavam casados com muitos e filhos e muitos gansos.
Bolinhas de perlimpimpim a história chegou ao fim!
4.º 2.ª da Professora Ana Rita Figueiredo
A Bela adormecida e o ganso de ouro
29 novembro 2009Publicada por Crescer Sem Limites à(s) 21:13 0 comentários
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O João Trapalhão e a Bela Adormecida
Era uma vez um jovem chamado João Trapalhão que vivia com os pais, já velhotes, e com dois irmãos mais velhos e mais fortes.
Num certo dia, o nosso amigo João foi à floresta cortar uma árvore gigantesca e muito grossa que tinha lá dentro um ganso dourado.
Encontrou um duende na floresta que estava com muita fome. O João foi generoso e partilhou toda a sua comida: pão, vinho, salsichas e uma maçã com o anão.
Depois de comerem o anão, agradecido, disse ao João:
- Vai para o castelo porque ali está encantada uma bela e jovem princesa há muitos anos. Só um jovem generoso e muito bondoso, como tu, a pode salvar. Leva o teu ganso e vai!
Quando lá chegou ficou admirado com o castelo. Estava muito velho e cheio de trepadeiras com muitos picos. Notava-se que não era tratado à muito tempo.
Nem ele acreditava que dentro daquele castelo estava uma menina adormecida.
Entrou o João, sem qualquer medo, no castelo. Ali, estava tudo parado, pareciam estátuas.
O João lutou contra um dragão que vigiava a bela adormecida. Venceu o dragão.
Então, o rapaz aproximou-se da princesa e beijou-a.
Ela acordou e muito admirada disse-lhe:
- Obrigada por me teres acordado!
Casaram-se e viveram felizes para sempre.
Texto Colectivo do 3.º - 2ª da turma da professora Anabela.
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A Bela Adormecida e o Ganso de Ouro
Havia uma família de camponeses que tinham três filhos. O filho mais velho era muito forte e todas as raparigas queriam casar com ele.
O filho do meio era invejoso, egoísta e competente a fazer as coisas.
O filho mais novo era muito trapalhão e lutava pelas coisas que queria.
Certo dia, o João trapalhão, o filho mais novo do casal, foi ao bosque apanhar lenha para se aquecerem porque o tempo estava muito frio.
Enquanto apanhava a lenha, viu ao fundo do bosque, uma luz muito intensa, reluzente e brilhante que lhe chamou a atenção.
Decidiu aproximar-se, com muita cautela. Quando chegou ao pé da luz viu um ganso dourado. Esfregou os olhos para ver se era real, ou se a imaginação lhe estava a pregar uma partida
4.º Ano da professora Carla
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Uma aventura na floresta
19 novembro 2009Era uma vez uma escola, com meninos muito simpáticos.
Certo dia, apareceu uma menina nova e os colegas perguntaram-lhe logo como se chamava. E ela respondeu:
_ Eu sou a Maria mas a minha alcunha é Maria Castanha!
Foram todos brincar ao seu jogo favorito às escondidas e a Maria Castanha resolveu esconder-se atrás do carrinho das castanhas, que estava na escola para festejar o S. Martinho.
Durante a brincadeira, ficaram com apetite e foram comer umas castanhinhas.
Nesse instante a professora chamou-os para se prepararem para saírem para uma visita de estudo á floresta.
Durante a visita viram um belo castanheiro que tinha um lindo ouriço!
A Maria Castanha e os amigos resolveram apanhá-lo e levá-lo para a sala de aula onde fizeram um trabalho com o ouriço.
Abriram-no e tiraram uma linda castanha que se chamava Lili.
Tiago Gonçalves 4.º Ano da turma da professora Carla
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O pesadelo da Maria Castanha
Um dia uma menina chamada Maria Castanha entrou numa floresta cheia de castanheiros. Quando chegou disse:
-Que belas árvores e estão cheias de ouriços!
De repente cai na sua cabeça e ela exclama:
-Esta castanha aleijou-me imenso!
Quando olha de novo vê de onde caiu a castanha.
-Está um ouriço sem castanha! Deve ter caído e foi bater numa árvore e a castanha saltou para a minha cabeça, vou pô-la na minha colecção.
Todos os dias a Maria Castanha admirava a castanha dizendo:
-Ah, como tu és linda!
Certo dia quando todos dormiam, a Maria Castanha teve um pesadelo.
No país de onde vinha havia muitas guerras.
No seu pesadelo ela via castanhas a assar.
Num instante a tampa do assador saltou e as castanhas voaram fazendo um grande barulho.
A Maria Castanha pensou que era uma metralhadora. Foi a correr tropeçou, a porta estava aberta e caiu no carrinho do vendedor de castanhas.
Nesse momento acordou e gritou. Saiu da cama, já era dia, foi a correr e caiu no monte de castanhas que eram para assar, e desde aí começou a ser chamada Maria Castanha.
Pedro Gonçalves 4.º Ano da turma da professora Carla
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A Castanha Lili
Era uma vez uma castanha chamada Lili que vivia no ponto mais alto do castanheiro. Ela achava-se bonita e os outros também achavam o mesmo que ela. Um dia o castanheiro disse:
- Que linda castanha que eu tenho. Os meus primos vão ter inveja de mim.
- Obrigado, mas não têm de dizer isso todos os dias porque eu sei.
A Lili estava sempre a dançar com o vento. Mexia-se de um lado para o outro, até que uma castanha disse virada para ela:
- Lili, tu estás sempre de um lado para o outro e podes cair!
- Eu não vou cair, porque o vento me acha gira.
Nesse momento a Lili caiu ao chão.
- O que vou fazer sozinha? – disse ela a chorar.
- Que linda castanha, vou levá-la para o magusto porque a Maria Castanha adora castanhas. – disse um menino que estava a apanhar castanhas.
O menino continuou a apanhar castanhas e quando encheu o seu saco foi para um jardim. Nesse jardim, estavam muitos meninos e um vendedor de castanhas.
- Que linda castanha! – disse a Maria Castanha para a Lili.
Beatriz do 4.º Ano da professora Carla
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